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3 Comentários Recebidos

Anônimo
24/9/2008 @6:09 pm  

Jeso ajude-me a pensar:

Na segunda-feira eu pluguei o teu blog e nele estava estampada a foto do monomotor junto com a notícia afirmando que o motivo da aeronave realizar um pouso forçado nas aguas do Tapajós seria uma pane seca (ausência de combustível). Agora deparo-me com a notícia de que a ANAC afirma que no avião ainda existia gasolina suficiente para chegar ao Aeroporto de Santarém.
E agora? Acreditar em quem? Não seria, jornalisticamente prudente esperar para fazer afirmações?

Abraços

Carlos Maçaranduba

Jeso Carneiro
24/9/2008 @6:22 pm  

Carlos, a versão da pane seca foi a dada pelo piloto do avião. Era a que estava, digamos, valendo até o momento. Com as perícias, essa versão acaba de ser derrubada. Qual a verdade? Que tipo de prudência achas que, nós, jornalistas, deveríamos ter adotado. Esperar a versão oficial? Acho que não. Contamos histórias, fatos e, eles, fatos, têm várias versões. Não há VERDADE absoluta, lembre-se sempre. Ou melhor ainda: numa história há diversas versões (ou verdades).

Agora o mea culpa: pequei porque não deixei explícito na nota que a pane seca era a versão do piloto.

Um abraço

Aeronauta
25/9/2008 @4:31 pm  

Não falei que a “Agência Fiscalizadora” era benevolente!
Eles vão acabar dizendo que o avião caiu porque, naquele dia, o destino sentenciou a morte do nutricionista.
É assim. Não tem fiscalização, as tragédias continuam…

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