Da Agência Brasil:
A matéria-prima parada nos centros alfandegários do porto e do Aeroporto Internacional de Manaus, aguardando fiscalização, por conta da greve dos auditores fiscais da Receita Federal, faz com que a indústria local amargue um prejuízo de US$ 100 milhões.
É o que afirma o presidente do Sindicato das Indústrias de Aparelhos Elétricos, Eletrônicos e Similares do Amazonas (Sinaees), Wilson Périco.
A mercadoria está parada desde o início da greve dos auditores, deflagrada no dia 18 de março. Segundo Périco, a paralisação pode ter como conseqüência o impedimento da entrada e da ampliação de investimentos estrangeiros no país.
O presidente do Sinaees disse que, pelo menos, 2,5 mil trabalhadores estão sem matéria-prima para realizar suas atividades, o que, por sua vez, causou a interrupção dos trabalhos nas linhas de produção de 11 fábricas no Pólo Industrial de Manaus (PIM).
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