Apologia ao crime
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Contraponto da leitora Francisca Barros ao post Fogo em defesa da floresta:
Defender essa atitude significa, de forma semelhante, defender o que foi feito pelo MST em fazendas do Estado. Em nome de alguma ideologia, está ocorrendo a apologia do crime, postura amadora de quem não tem muita idéia de como funciona um Estado de Direito… para o bem (e para o mal?) temos no Brasil é Estado em que vigora a democracia e a necessidade de respeito às leis…
O que eu particularmente tenho observado é que as pessoas que defendem essas ideologias criminosas são as mesmas que defendem o ditador de quinta da Venezuela e até se solidarizam com as Farcs.
São pessoas insatisfeitas com o amadurecimento de nossa democracia. Só espero que não queiram fundar uma “Farc” por aqui também. Caso queiram, que mofem na prisão, que é o lugar de desordeiros. Mas não vão querer… a preguiça é demais e dá um soninho depois do almoço!
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Sara comentou:
Quem é o mais criminoso, então? Os madeireiros que expulsam as famílias tradicionais, fazem grilagem de terra, derrubam a floresta, matam animais; ou os ribeirinhos, que na tentativa de evitar a comercialização da madeira criminosamente derrubada, tocam fogo na mesma. É bem verdade que poderiam ter feito um melhor aproveitamento da mesma, mas essa foi uma forma de dizer CHEGA!. Se as populações ribeirinhas fizessem o bloqueio dos rios, toda vez que vissem madeira ilegal nas balsas, os madeireiros iriam pensar duas vezes em derrubar criminosamente a floresta!
12/11/2009 -
A Justiça logo vem comentou:
Bravo Francisca Barros! Bravo!
O negócio está tão sério que daqui a pouco esses caram matam um que não o considera “cacique” e é perigoso alguém ainda vim dizer que “está defendendo a floresta”..
Mais uma vez, bravo!
13/11/2009 -
Anônimo comentou:
Anônimo disse…
Nucleo 13 disse…
Então pouco tempo a frente do fisco estadual, o economista Vando Vidal acaba de dar o primeiro tiro no pé, na verdade dois tiros.TIRO NO PÉ 1
O primeiro tiro diz respeito a possível nomeação dos Auditores Fiscais, Lucivaldo Freitas para Secretário Adjunto, Carlos Alberto Cardoso para a Diretoria de Fiscalização e Katia Neves para Coordenadoria Tributaria de Belém.
O que eles tem em comum?
as suas ligações umbilicais com o tucanato paraense, todos tiveram DAS no primeiro escalão da SEFA durante os 12 anos da gestão tucana no Pará, inclusive foram vistos juntos em descontraido jantar esta semana com o também Auditor, ex-vereador tucano e neopeemedebista, Armênio Moraes.
As suas possíveis nomeações não foram bem recebidas pelos servidores do Fisco, tanto os da oposição, como da situação.
O fato serviu para unir os dois campos em um único pensamento. De que não se trata de mudança de equipe, e sim de uma equipe de transição para um futuro governo tucano, no caso eles representam os tucanos.TIRO NO PÉ 2
O segundo tiro de Vando Vidal é a revogação do decreto governamental editado pelo ex-Secretário da Fazenda, Zé Raimundo Trindade e sancionado pela Governadora Ana Julia em novembro de 2008, que dispõe sobre a mudança de escolaridade exigida para os cargos de Agente Tributário e Agente Auxiliar de Fiscalização, passando de Nível Médio para Superior. Uma reivindicação de 15 anos dos Agentes Fiscais, ja que 80% dos ocupantes dos respectivos cargos possuem nível superior. A revogação levaria a perdas salariais tendo em vista que perderiam a Gratificação de Nível Superior – GNS.
Essa decisão do novo Secretário conta com apoio do Coordenador da Câmara Setorial da Segov, Ângelo Carrascosa, com o titular da Sedect, Maurilo Monteiro e com os três novos Auditores Governistas, foi a forma encontrada pelo novo Secretário da Fazenda para intimidar os Agentes Fiscais que apóiam o movimento grevista.12 de Novembro de 2009 16:38
9:58 PM
13/11/2009 -
A Justiça logo vem comentou:
MANIFESTANTES QUEIMAM BALSAS COM MADEIRA E MPF DEFENDE INCENDIÁRIOS
Por Paulo Leandro Leal
Um grupo de moradores da região do rio Arapiuns incendiou na terça-feira, 10, duas balsas carregadas com cerca de dois mil metros cúbicos de madeira legal retirada em área de manejo florestal na Gleba Nova Olinda. Os ribeirinhos liderados pelo Sindicato dos Trabalhadores Rurais de Santarém (STTR) avisaram na semana passada que iriam incendiar as balsas e cumpriram a promessa após uma reunião com o Ministério Público Federal, que sabia da intenção, não fez nada para impedir e nem sequer condenou o ato criminoso.
Os ribeirinhos – a maioria da Reserva Extrativista Tapajós Arapiuns – interditaram o rio Arapiuns no dia 12 de outubro e apreenderam as balsas, que transportam madeira retirada de áreas de manejo que, segundo vistoria da Secretaria de Meio Ambiente do Estado (SEMA), não possui nenhuma irregularidade. Os manifestantes deixaram claro que fizeram a interdição para pressionar o governo a demarcar áreas indígenas na Gleba Nova Olinda, posição endossada pelo Ministério Público Federal em Santarém.
Os manifestantes usaram como pretexto para o seqüestro das duas balsas, denúncias de uma suposta atividade madeireira ilegal na área, o que foi descartado pelos órgãos ambientais responsáveis pelo licenciamento e pela fiscalização. A madeira era legal, oriunda de plano de manejo aprovado pela SEMA em áreas tituladas. O caso vinha sendo acompanhado pelo Procurador da República, Dr. Cláudio Dias, que em entrevista ao repórter na semana passada disse que os próprios manifestantes reconheciam que os documentos em poder dos tripulantes das balsas atestavam a legalidade da madeira.
Mesmo assim, os manifestantes mantiveram a ameaça de incendiar as balsas e a madeira e tampouco o MPF alertou que eles poderiam estar cometendo um crime. Todas as notas do MPF divulgadas à imprensa endossavam a manifestação e as reivindicações dos ribeirinhos (algumas ridículas), consideravam a madeira ilegal mesmo com a documentação comprovando a legalidade e lançava suspeitas sobre a atuação dos órgãos ambientais, sem qualquer fato que pudesse ao menos indicar a ilegalidade denunciada.
Na noite de terça-feira, o MPF emitiu um comunicado à imprensa inacreditável. O órgão responsável por ser o guardião das leis, simplesmente ignorou o ato criminoso e terrorista dos manifestantes e adotou a postura de defensor de uma causa. A nota, acima de tudo, é mentirosa, ao informar falsamente que “o conflito que se arrasta há quase um mês entre madeireiros e populações tradicionais do rio Arapiuns, em Santarém, Oeste do Pará, teve mais um momento de tensão hoje”.
Não existe nenhum conflito. Existe um protesto ilegal de ribeirinhos, que seqüestraram bens particulares e um carregamento de produto considerado legal pelos órgãos competentes. Que conflito? Onde? Momento de tensão? Como assim? Algum madeireiro foi lá ameaçar os manifestantes? Tinham armas? Ora, quem participou da reunião foi o próprio Procurador da República, que pelo jeito assistiu a tudo sem nada fazer. Ou ele participou também da ação?
A própria nota do MPF reconhece que o “episódio” aconteceu após reunião em que estiveram presentes representantes do Ministério Público Federal, do Instituto de Desenvolvimento Florestal do Pará e da Prefeitura de Santarém. Na mesma nota, o MPF diz que considera necessária uma intervenção mais eficaz dos órgãos públicos para mediar o conflito. Que conflito?
Note bem, leitor, que o MPF insiste em propagandear a existência de um conflito na região, que não existe. Podem existir diferenças de opinião quanto a destinação da Gleba Nova Olinda, o que é perfeitamente normal, mas se o MPF considera isso um conflito que justifique atos como o incêndio criminoso a bens particulares, é porque o Estado Democrático e de Direito já não mais vigora no Brasil.
Mas a verdade é que o MPF atua como aliado incondicional de uma causa de fundo nesta questão, que é a demarcação de terras indígenas na área. Cumpre informar que a criação destas reservas é um projeto da ONG Greenpeace, que parece ter contaminado as mentes de muitos procuradores com o ambientalismo radical usado por países e grandes conglomerados empresariais para engessar a região amazônica.
O Ministério Público Federal nem mesmo faz questão de esconder as suas reais pretensões. Diz no comunicado oficial que entre as medidas que já solicitou, recomendou à Funai que apresse a demarcação da Terra Indígena Maró. O pano de fundo para toda esta manifestação é mesmo a criação das terras indígenas e a inviabilização de qualquer atividade econômica na região, mesmo sendo ela sustentável. E o MPF é aliado desta causa.
Agora pasmem, pois as áreas reivindicadas como terras indígenas não abrangem as áreas tituladas onde foram aprovados os planos de manejo. Isso mesmo. A atividade madeireira acontece em áreas já destinadas e não coincidem com as áreas pretendidas pelo supostos indígenas. Supostos porque há estudos que mostram que se trata de índios de araque, mais falsos do que nota de três reais.
O que está em questão – Toda esta mobilização acontece porque a Gleba Nova Olinda está em processo de ordenamento fundiário, executado pelo Governo do Estado, detentor da área. O governo realizou dezenas de audiências públicas na região, ouviu lideranças comunitárias para dar uma destinação às terras. Foi definida a criação de assentamentos para contemplar as comunidades ribeirinhas, a criação de reservas ambientais e a concessão florestal, além de o governo ter decidido não dar destinação às áreas requeridas por populações indígenas.
O governo decidiu também que iria respeitar as áreas privadas com titulação definitiva na região. Estas áreas foram tituladas em regime de permuta com pessoas que tinham adquirido terras do Estado em outra região, mas perderam estas terras por causa da criação de reservas ambientais. A titulação está condicionada ao uso da área de forma sustentável, sendo vedado o desmatamento para atividades como pecuária e grãos, por exemplo. Os donos das terras foram orientados a desenvolver o manejo florestal sustentável. Estas áreas estão inclusive em processo de certificação ambiental, que o que comprova a legalidade da atividade na região.
Fonte: O Impacto
13/11/2009 -
Válber Almeida comentou:
Francisca, seu discurso irascivel está favorecendo muito mais uma análise psicanalítica do que política ou democrata, como a senhora tenta fazer crer. Ódios e raivas adubados por ignorâncias ideológicas nunca foram ingredientes favoráveis a uma boa interpretação de processos sociais -ou quaisquer outros-, nem dos mais simples nem dos mais complexos. E isso vale para os extremistas de esquerda tanto quanto para os de direita. Em verdade Francisca, é você que está demonstrando uma mentalidade despreparada para a democracia, pois para isso precisarias entender as razões profundas -históricas e humanas- que desencadeiam os conflitos e processos sociais, e ser compreensiva para pensar em como resolver racionalmente, através de políticas sociais -e não policiais-, esses conflitos.
Primeiramente, o que foi feito pelo MST e em qual fazenda do Pará? Você se refere àquelas depredações de fazendas que estão sendo patrocinadas pelos fazendeiros da UDR? Você sabia que mesmo a própria governadora ilusionista Ana Júlia Carepa declarou em entrevista que as depredações não estavam sendo feitas pelos membros do MST, mas pelos criminosos da UDR para tentar desestabilizar seu governo? E sabia também que a grande imprensa está conseguindo encobrir tudo isso das massas ignaras, levando-as a acreditar nessas fantasias que a senhora também acredita a título de fortalecer a CPI dos barões da terra contra o MST e o governo Lula no Congresso de faz-de-conta que nós temos? A senhora sabia que os fazendeiros dessa organização criminosa chamada UDR são capazes de coisas até piores? Sabia que eles já mandaram assassinar centenas de líderes e membros de movimentos sindicais e populares e nunca foram presos ou julgados pelos seus crimes, salvo raríssimas exceções? Sabia que são eles que estão com cerca de quinze ações junto ao tribunal de justiça federal do Pará solicitando intervenção Federal no estado? Sabia que eles ganharam uma ação dessas, porque o judiciário paraense, enfim, dispensa apresentações? E a senhora sabia que as terras que eles almejam ver desocupadas são todas griladas? E sabia, ainda, que grilagem de terra é crime e que terra grilada é terra devoluta?
Segundo Francisca, não sei o que você entende por amadurecimento da democracia brasileira, mas ao que eu entenda, numa democracia todos os coletivos que compõem a sociedade precisam ter seus interesses e necessidades plenamente satisfeitos -necessidades políticas, culturais, sociais, econômicas etc.
A democracia é uma obra da razão. Se você lesse as lições sociológicas do presente menos do que as do futuro, saberia que foi somente através do diálogo e da negociação entre as diversas classes e corporações que compõem a sociedade que as nações hoje ditas desenvolvidas conseguiram evitar os riscos de fratura e desintegração do seu tecido social. Do contrário, como mostram os conflitos sociais do século XIX e início do XX na Europa, essas nações teriam se desintegrado em conflitos intermináveis. No Brasil Francisca, as classes dominantes, os notáveis, não sabem dialogar nem estão abertos a diálogos e negociações. O regime social aqui imposto ainda é do tipo colonial, que visa a máxima exploração dos recursos naturais e humanos, assim como o máximo de lucro às elites, relegando o ônus aos membros dos “andares de baixo” da sociedade.
Ou seja, no Brasil a democracia é ainda uma grande peça decorativa, um discurso ideológico que se presta ao papel principalmente de legitimar as ações arbitrárias e violentas das classes abastardas contra os excluídos dos benefícios da “riqueza da nação”. Os benefícios sociais, culturais e econômicos, aqui, são privilégios de poucos.
A democracia não significa nada para os milhões de brasileiros que padecem extremas necessidades todos os dias Francisca, e é exatamente isso que os leva a romper com as conversões coletivas -leis, normas- que foram construídas sem a sua participação, que não os beneficiam, que ignoram sua existência, seus interesses e suas necessidades, e que os massacram diariamente para que ambições desregradas de outros grupos sejam satisfeitas.
As políticas policiais que você postula e defende nada mais são do que sintomas de mentalidades abertas ao autoritarismo, não adaptadas à vida civilizada e democrática -a qual requer e pressupõe o conflito, que deveria ser entendido como oportunidade e necessidade de ajuste do tecido social e promoção do desenvolvimento humano. Essas políticas que apelam para forças físicas e irracionais são típicas de hordas bárbaras e não de coletivos civilizados e democráticos.
Ou seja, o seu palavreado iracundo cumpre a função mais importante que a “democracia” brasileira tem para a sociedade: a de servir de discurso legitimador da manutenção dos privilégios das elites selvagens do país e das brutais desigualdade e injustiças sociais.
Outrossim, gostaria de registrar que o Everaldo Portela fala de um ambiente intelectual, profissional e humano muito mais elaborado, sensível e esclarecido do que o da sua devoção cega à uma obscura idéia de democracia. O Everaldo possui muitos anos de pesquisa em áreas referentes às questões sociais e políticas aí da região, além de uma larga história de engajamento, militância política e luta democrática que merecem admiração. Apesar das muitas “tapetadas” que já sofreu, nunca deixou de lutar pelos projetos, valores e idéias mais caros e elevados da humanidade, o que atribui a suas palavras uma sinceridade e um peso existencial e humano muito mais elevado do que a superficial e supérflua interpretação que você fez de seu texto. Pessoas assim não se encontram em qualquer esquina, e seus pensamentos não são descartáveis como textos de auto-ajuda.13/11/2009 -
nurandaluguaburabara comentou:
Valber,
Muito esclarecedora e prudente suas colocações.
A dona Francisca é do tempo em que se acreditava e se provava matematicamente que o átomo era um tijolinho indestrutível…
13/11/2009 -
Euzinha comentou:
quem eh o certo e quem eh o errado da história num sei, soh sei q RONALDO BRILHA MUITO NO CORINTHIAS…
13/11/2009 -
clovis comentou:
será que O Impacto carrega algum senso de credibilidade?
esses jornalistas foram formados pela UNIBAN?13/11/2009 -
João Alberto comentou:
francica discordo acerca da sesta, em regioes de clima quente, é muito salutar e produtivo.
agora se formos buscar as origens eu tambem vou brigar pelo meu pedaço de chão, tambem tenho um pé na selva vou formar minha tribo e tocar fogo na floresta e invadir fazenda pra chamar atenção.se não der um basta logo vai ficar incontrolavel, como os traficantes do rio que mandam na cidade maravilhosa.13/11/2009 -
Tiberio Alloggio comentou:
Impressionante a ignorância de nossa mídia que além de não entender nada sobre os acontecimentos do Arapiuns, nem faz o esforço para entender.
Só para citar alguns
O IMPACTO sustenta a hipótese que é o STTR que comanda o protesto. Inclusive o STTR foi a primeira entidade que amarelou e saiu fora do protesto na hora que a situação esquentou. Mas o IMPACTO vai além e chaga ao cúmulo de insinuar que é o MPF que “sustenta” os manifestantes.
O Portavoz do Dep.Lira Maia e do ruralismo na região, também sustenta as mesmas hipótese em seu semanário.A TV Tapajos, cuja estagiarias só andam de carona com os empresários, passam o tempo entrevistando “antropólogos” do calibre de Inácio Régis, que como se sabe não tem interesse nenhum nas terras da Gleba Nova Olinda.
E na Imprensa toda se fala de ONGs, principalmente Greenpeace que estaria “comandando” o protesto.(SIC)
Ninguem falou do MOVIMENTO EM DEFESA DA VIDA E DA CULTURA DO ARAPIUNS – MDVCA que realmente organiza o protesto, representando mais de 30 comunidades do Arapiuns.
Miséria e explendor da nossa midia mercantil!
Tiberio Alloggio
13/11/2009 -
EU, CIDADÃO???? comentou:
Na verdade vivemos em um estado de direito apenas para as elites, como por exemplo as UDRs da vida, que a séculos exploram, escravizam,matam, etc. os menos favorecidos desse país. A elite burra desse país é o verdadeiro câncer que destrói nossa sociedade, o MST e outros são as vítimas desse tal “Estado do de direito”.
13/11/2009 -
Francisca Barros comentou:
Caro Válber, o meu discurso é irascícel????? Não sou eu quem defende a queima de madeira nem depredação de fazendas… nem o crime organizado sob a farsa da luta social… Certamente numa democracia o direito de todos tem de ser preservados, porém não a base de tiros…
Quanto a livros de auto-ajuda, que v. sa. acha que leio, numa clara intenção de me desmerecer, como´sempre fopi do seu costume, digo que nunca li, mas certamente eles são mais úteis do que aqueles cheios de mofo que tu costuma ler…
13/11/2009 -
anonimo comentou:
Valber e demais que escrevem assim.
Textos longos é muito exaustivo e cansativo, cara ninguem vai ler tudo isso e faz da página do assunto uma poluição visual.
Atenção pra isso.
13/11/2009 -
Válber Almeida comentou:
Francisca, é interessante como você usa conceitos sem a mínima noção do que eles significam. Tenho certeza de que você não sabe o que significa crime organizado, e é por isso que confunde a resistência legítima, internacionalmente reconhecida, de populações tradicionais contra a pilhagem de suas riquezas, seus bens e a destruição do seu espaço vital com ação criminalmente organizada. Crime organizado existe dentro do Estado ou fora dele sob a rubrica de máfias, coisa que está muito mais perto das ações e comportamentos dos ruralistas e madeireiros que a senhora defende do que das historicamente massacradas populações tradicionais da Amazônia. Realmente a sua doidivanice conceitual e histórica desmerecem o seu palavriado por sí só. Ou seja, não é preciso que eu venha cá desmerecer suas palavras, você é craque em fazer isso consigo mesma. Esses absurdos que você tem exposto aqui -e a superioridade dos livros de auto-ajuda que você lê sobre os meus livros “cheios de mofo” é mais uma pérola- já me fazem lembrar uma ex-professora sua de literatura que era famosa por falar, vamos dizer assim, inconsistências históricas, conceituais e teóricas. Lembro-me que ela acreditava que Idade Média era tudo o quanto se localizava do século XIX para trás, e assim localizava o Victor Hugo como escritor da Idade Média. Será se esta professora fez escola mesmo? Não, acho que você é largamente mais inteligente que ela, e sempre admirei essa sua inteligência, mas a sua impetuosidade parece estar obscurecendo essa sua virtude, assim como seus conceitos e sua razão. Por favor, pare de ler sociologias do futuro e volte para a realidade presente porque isso, definitivamente, não está lhe fazendo bem.
13/11/2009 -
Anonimo comentou:
Válber, você falou, falou e não disse nada. Você tenta tanto “dar uma de intelectual” que o seu texto fica chato e principalmente vago. É apenas um monte de palavras rebuscadas jogadas a esmo.
13/11/2009 -
nurandaluguaburabara comentou:
Valber,
Não abra mão da prudência, e continue a fazer textos longos e esclaredores, pois de é bom exercitar nosso, já pouco uasdo, poder de cognição…
14/11/2009 -
Jeso Carneiro comentou:
Caro Válber, o que importa são os esclarecimentos, as idéias. Textos longos são bem vindos sim por aqui. Além do mais, o endereço do Twiiter é outro.
14/11/2009 -
nurandaluguaburabara comentou:
Falou o velhor professor Jeso de redação…
14/11/2009 -
Solano Lira comentou:
Já conversei outrora com o Válber sobre essa prática ou tendência moderna ao reducionismo da comunicação dita eficiente, breve, bastante utilizada nos celulares, e-mails e outros meios eletrônicos. Sempre fui radicalmente crítico dessa tendência, alienadora, diga-se. Há situações em que realmente o texto deve ser sempre direto, sem fundamentação, como é o caso das correspondências oficiais do estado, especialmente, dos documentos que circulam no âmbito da administração pública em geral, que são sempre marcadas pela objetividade, pela síntese. Não é o caso da exposição acadêmica, em que a forma é irrelevante diante da consistência das ideias, da fundamentação teórica, comparativa etc. Avaliar um texto por sua extensão ou qualidade material (no Brasil nunca houve a devida preocupação com as obras, com a preservação das bibliotecas públicas) é sempre preocupante, uma vez que há patrimônio histórico que precisa ser revisitado, reavaliado, reencontrado, assim como há muita produção moderna relevante e desconhecida. É, contrariu sensu, preciso avaliar o leitor, o receptor do texto, que nem sempre está preparado para, com propriedade e eficiência, se defrontar com um texto mais elaborado, abstrato, técnico. Lembro, por exemplo, que quando li Que é isto – A Filosofia?, de Martin Heidegger, não consegui entender uma linha, nem mesmo a abordagem do assunto que o autor queria enfocar. Com um tempo depois, notei que não estava preparado para ler tecnicamente certos textos mais elaborados, de linguagem mais filosófica. Foi um gesto de humildade e de profunda sabedoria. Cada texto exige o amadurecimento do leitor, a necessária análise, julgamento justo, confrontação e, fundamentalmente, abandono de si para o encontro com o novo. Repito: dizer que um texto é “chato” é pensar de forma otimista que os textos devem revelar a alegria,ser fáceis, encantar na forma mais adolescente do termo.É, em suma, um indício de que nos deparamos com um leitor que tende ao idealismo, que se satisfaz com alegria da simplicidade, que jamais lerá um Marcel Proust ou James Joyce.
14/11/2009 -
Nelson Wisnik comentou:
O anonimato serve apenas aos fracos ou aos mal intencionados.
Jeso, já te questionei, há muito tempo, sobre aceitar comentários anônimos, entendi seu ponto de vista e o parabenizo por ele.
Sr. Válber, por favor, continue, estamos lendo.
15/11/2009 -
Isa Helena Loureiro Portela comentou:
Valber,ainda bem que temos a oportunidade neste blog de poder exercitar nossas reflexões e ações através da leitura de textos tão bem construidos como o seu. Sei que vc é estudioso e um docente com capacidade de analisar com profundidade tal assunto. Fomos privilegiados com seus comentários que ao meu ver não são exaustivos e sim esclarecedores e pertinentes. Continue contribuindo. Parabéns pela excelente aula!!
15/11/2009 -
nurandaluguaburabara comentou:
Caro Nelson Wisnik,
A alma humana tem quatro gigantes que determinam a conduta individual, que são eles: o medo, o amor, o ódio e o dever. Sendo que os três primeiros são intergados naturalmente ao organismo, à nossa fisiologia.
Porisso, quando temos medo, chegamos a urinar(assim como sei que sou bastante corajoso também não tenho vergonha de ser covarde), e ao sentirmos o amor nos excitamos, no ódio, nosso sistema nervoso desencadeia diversas reações em nosso organismo que são fáceis de serem observadas em nossa face. Esses gigantes são advindos de nossa naturza, e como já coloquei em comentário anteriormente, não tenho vergonha das vontades de minhas tripas.
Porém temos o quarto gigante, o dever, que se formou na humanidade, neste estamos condicionados de forma culturalmente imposta, poriso que devemos isto, devemos aquilo e devemos etc.
Assim sendo, quando uso o pseudônimo de Nurandaluguaburabara não me vejo covarde e nem mal intensionado, pois apenas pretendo discutir boas idéias…
16/11/2009 -
Nelson Wisnik comentou:
Caro nurandaluguaburabara,
grato por sua intervenção, mas me referi a “anônimo” anônimo mesmo, não pseudônimo. Abraço16/11/2009 -
nurandaluguaburabara comentou:
Então desculpe a contundência e o meu senso comum caro Nelson.
Até mais…
16/11/2009 -
EDSON comentou:
Bom dia, ao meu ver apologia ao crime é tudo aquilo que se expoem notadamente contrario aos requisitos legais e de direito.
Quando o ex-presidente Janio Quadros, condecorou um terrorista com á ordem do cruzeiro do sul. ele deveria ter sido preso imediatamente, pois isso feriu em demasia todo orgulho nacional.
Quando replesentantes dos direitos humanos, se dirigem á uma cadeia, sem o principio constitucional do direito de defesa a um criminoso, além deles estarem cometendo á citada apologia ao crime e ao criminoso, também estão cometendo obstrução da justiça.
Esse movimento sem terra, que provoca invasões aleartorias pelo pais, em sua clandestinidade também é um inflator pela incitação e apologia aos crimes de invasão e saques as propriedades alheias.
Também essas musicas e esses bailes funks, que promovem um verdadeiro atacadão do comercio de variadas drogas, são escandalosamente apologias a diversos crimes.
E o excelentissimo sr, ministro da justiça Tasso Genro, ao passar por cima do C.O.N.A.R.E., orgão maximo encarregado de decidir sobre extradições de estrangeiros no pais, para defender e conceder status de refugiado a um criminoso da pior especie, também estrapolou em sua autoridade, em sua prepotencia acabou por desmoralizar um orgão serio, em nome de um criminoso julgado e condenado em seu pais.
Alem dos crimes de apologia, obstrução, também cabe a ele o excesso de preciosismo, causado pelo abuso anti-etico de poder.
Nos brasileiros dignos temos que acabar com esse maldito jeitinho brasileiro, que banaliza á justiça e deixa muitos criminosos impunes.28/11/2009 -
paulo comentou:
http://revistaepoca.globo.com/Revista/Epoca/0,,EMI105789-15223-1,00-O+LAMPIAO+TUPINAMBA.html
gente, virou moda se declarar índio!!!!! olhem essa reportagem! sabe de uma coisa? eu sou índio tb!! me dá terra agora!!!!
2/12/2009



