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3 Comentários Recebidos

ZECA
26/10/2008 @12:07 am  

PADRE ME PERDOE,O SR NÃO ANDA DE ÔNIBUS,EM 1988 O NUMERO DE HABITANTES NA GRANDE AREA DO SANTARENZINHO ERA APENAS DE 19 MIL E HOJE SÃO 74 MIL HABITANTES,NÃO AUMENTOU E NEM MELHOROU NADA DE LÁ PARA CÁ,AS RUAS SÃO RUINS,AS EMPRESAS SÃO RUINS,OS ÔNIBUS CONTINUAM VELHOS,AQUI TEM QUE PRIMEIRO EXPULSAR OS ÕNIBUS,A PREFEITA SÓ VAI NA PRESSÃO,ELA ESTÁ ESPERANDO A JUSTIÇA MANDAR PARA QUE ELA DEMITA SEUS PARENTES NEPOTISTAS,,,

João
26/10/2008 @6:39 pm  

Que melhorou a frota de Santarém nesses ultimos 4 anos Há melhorou e muito, mais não foi só a frota que melhorou.Quando se fala em transporte coletivo, se fala em coletivos, abrigos de passageiros, terminais, novas linhas enfim…
Esse governo fez e muito, mais precisa fazer muito mais, Santarém antes de Maria estava abandonada. No transporte, Santarém deu um salto muito grande, como exemplo podemos citar Alter do Chão onde os comunitarios tem ônibus novos, abrigos, terminais, como nunca se via naquela vila. E o povo parece que não gostou, votou no MAIA, será que vale apenas TRABALHAR.Se a gratidão é sentimento de poucos!

Edilberto
26/10/2008 @6:57 pm  

Êpa, êpa, caro Zeca comentarista ao editorial sobre Santarenzinho e os onibus, preste atenção que escrevi. Não disse que as ruas de lá são boas, enm que os onibus de lá são novos. leia de novo. Disse apenas que aquela é ainda a melhor linha de onibus da cidade. Agora, falar de Santarenzinho em 1988 posso falar com segurança porque morava lá e lutava com o povo lá. Não vou teimar, mas não crei que houvesse na época 18.000 pessoas morando lá, mas havia um bocado. Não havia nenhuma rua, digna do nome, menos ainda asfaltada. Hoje há uma delas, já desfigurada mas é asfalto. No rsto de seu comentário concordo com você. O poder público não pode desprezar a população santarena que paga passagens mais caras e as empresas não cumrpiram o trato. A prefeita, reeleita fica com uma responsabilidade duplicada neste caso. Ela não pode deixar passar mais tempo sem exigir paralização dos onibus velhos sucateados, soltando fumaça a cada arrancada. Ela perderá o respeito dos que a reelejeram se não tomar uma atitude mais enérgica com as empresas de onibus da cidade. Quanto a seu cometário de que não ando de onibus, não creio que isso afete o sentido do editorial. Se tenho o previlégio de andar de carro, não posso ficar indiferente ao sofrimento dos meus semlehantes que precisam de andar nos coletivos, concorda? Um abraço e continuemos o diálogo. Edilberto

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