Leia também

8 Comentários Recebidos

Anônimo
18/11/2008 @10:24 am  

O RETRATO DOS ROCHA, DOS CORREIA, DO CIPOAL, DOS CEARENSES, DOS COIMBRA, DOS ALHOS, DOS PEREIRA, DOS … DOS … DOS….
O RETRATO DE SANTARÉM
DA FAMILY SANTARENA
UMA FACTORY DE PROBLEMAS.
MISÉRIA FAMÍLIAS E PROBLEMAS.
AINDA UMA TRIBO FAMILIAR.

Anônimo
18/11/2008 @10:44 am  

rsrsrsrs ODAIR o Pavão. Tiberio gostei dessa.

Anônimo
18/11/2008 @1:43 pm  

O caso do Odair é um clássico do gênero. É o pobre que ganhou a loteria e passa o tempo disponível ostentando que chegou lá.
Já pensou quando voltar trabalhar na Caixa? Coitado do Odair.

ALUISIO SILVA
18/11/2008 @2:28 pm  

familia martins,lima.mendonça,alho,etc e a vergonha santarena.

DIVA OLIVEIRA
18/11/2008 @6:39 pm  

A INVEJA É UMA MERDA O CANCER A AIDS UM DIA VAI TER CURA A INVEJA NUCA

Diane oliveira
19/11/2008 @12:29 pm  

ANONIMO PARA MIM VOCE É UM FRUSTADO PROCURE UM PSICOLOGO AQUI EM SANTAREM EXISTE BONS PROFISSIONAIS

RITA PIEDADE
19/11/2008 @12:35 pm  

ANONIMO ALEM DE RECALCADO E INVEJOSSO ÉS MAL INFORMADO OTARIO O ODAIR JÁ ESTA APOSENTADO DA CAIXA

Eremildo
20/11/2008 @9:25 am  

Meus efusivos parabéns pelo artigo Tibério. Finalmente algo lúcido.
Apesar de dar nome a apenas um dos bois, o fanfarrão e bobo da corte estadual, esquecendo das posses locais, Tibério tocou em um ponto importante e fundamental para o debate sobre a estrutura política local.
O patrimonialismo estatal se agrava ainda mais com o provincianismo familiar que impera em Santarém e Região.
O coronelismo “evoluiu” e deixou o militarismo para entrar na vida civil através da “posse” de partidos. Caciques políticos que mandam e desmandam e determinam pra quem dividir as suas posses.
O tema é deveras interessante para debater pois exige a releitura das definições de democracia partidária e sua ineficaz representação popular.
A Política partidária é o meio mais fácil e rápido de se obter benefícios privados através de dinheiro público.
Fato é que as raizes de nossos problemas são monárquicas, oriundas de uma concepção de poder que deveria ter sido abolida na manhã de 16 de novembro de 1889… ma sabe como é… deixa pra amanhã…
A república deveria debelar a “côrte” e seus séquitos, entretanto, copiamos muito mal a república presidencialista americana que substituia a figura emblemática do Rei e ao mesmo tempo acumulava a função de chefe de governo.
a república americana iluminista, copiada em toda a américa, exceto canadá, é belíssima na sua simplicidade, porém, exige uma sociedade mais formal e baseada em leis imutáveis e universais.
Nossa república foi uma maneira da elite tomar para sí o poder real e não baseada em princípios nobres e humanistas.
Mantivemos e adaptamos à força as regras feudais da monarquia para uma república que deveria ser laica, independente e formal, porém, com nosso jeitinho, transformamos os barões e nobres em governadores, presidentes, deputados, prefeitos, etc.
A percepção explicitada por Tibério de que aquele que recebeu o “trono” via voto é dono do pedaço, desvirtua por completo os princípios republicanos.
Nossas instituições são impregnadas de informalidade e o acesso ao bem público não se dá, muitas vezes, por meritocracia e sim por favorecimento e indicações. Evoluimos muito em muitos aspectos, entretanto, quando nos deparamos com regressões como o loteamento abusivo de cargos, centenas de assessores indicados, partilha de empregos para satisfação de coligações, percebemos que as regras escritas de um estado justo é facilmente desvirtuada por causuismos e sofismos.
Caimos no ridículo de ter que ouvir da prefeita que “se a justiça determinar que se retirem os parentes ela o fará”. Ou seja, patrimonialismo via nepotismo não é imoral, não é repugnante, é algo normal e necessário.
Creio que a fonte de todos os males está em um judiciário fraco, impotente e sem respeito onde em seu próprio seio imperam regras hereditárias e monarquicas de indicações e favorecimento de banqueiros, amigos, colegas e outros “nobres”.
Se um dia o judiciário se tornar uma instituição onde o cidadão que se sinta ultrajado por práticas patrimonialistas dos demais poderes tenha garantias de que pode vir a recorrer e que haverá alguma punição real, certamente a sociedade se tornará mais transparente e a sensação de que o crime compensa ficará menos evidente.
Enquanto a sociedade não deixar de lado a subserviência monárquica e a idolatria (dependência) pelos “nobres”, não avançaremos jamais.

Deixe seu comentário

Observação: Comentários precisam antes ser aprovados pelo administrador do blog para aparecer neste artigo.

Site Meter