Do leitor que se assina Luís Lima, sobre o post Cargill conclui parte econômica do Eia/Rima:
Como expectador da região - já trabalhei inúmeras vezes nesta área - e, por ter trabalhado no Fibge, especificamente no cálculo da contas nacionais e regionais, observo a existência de um viés em duas questões fundamentais:
a) o número de emprego indireto - normalmente na relação 1 para 4;
b) nunca vi, no Brasil e na experiência internacional, uma empresa ser responsável uma participação relativa alta num PIB, quiçá municipal - 13%. Tenho certeza que a equipe técnica da Sepf/Pará não ratifica estes números.
É importante não confundir faturamento com PIB.













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