jul 13 2009

“Ele nos deixou”

Há pouco, no blog 5ª Emenda, de Juvêncio de Arruda, que morreu no início da tarde de hoje:

Prezados amigos, irmãos,companheiros e todos que acompanharam Juvêncio Arruda em suas andanças pelo 5ª Emenda e por tantos outros lugares.

Não temos palavras para expressar nossa dor.No início da tarde desta segunda,13 de julho, nosso querido Juca se foi.

Ele, que nunca fugiu do bom combate, de uma discussão acalorada, de uma farta gargalhada e nem de estar na presença de quem amava e admirava, hoje nos deixou.

Seu velório acontece na Beneficente Portuguesa, em Belém a partir das 18h.

O enterro será amanhã, no Cemitério de Santa Isabel, saindo da Beneficente Portuguesa às 10h.

Marise [esposa], Joyce, Lívia, Lygia, Lucas, Silvia, Ângela, Marcelo, Mirtes e Wilson [filhos]

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2 Comentários neste artigo

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  1. jronaldo comentou:

    Que pena !! A nota me tomou de suspresa, deixando-me deveras entristecido, como se tivesse perdido uma passoa da família, um grande amigo, embora o conhecesse tão pouco. Mas é assim mesmo…, o que fazer!

    13/7/2009
  2. Samuel Lima comentou:

    Jeso,

    Não conheci o Juca pessoalmente. Erámos amigos por obra e graça deste vasto mundo virtual trocamos ideias, informações, respeito, afeto. Sua passagem pela blogosfera paraense, e nacional, foi marcante.

    Dentro da noite veloz, a notícia de tua partida, companheiro Juvêncio, se abate pesada sobre os corações e mentes de tantos admiradores, nos quais me incluo, do teu trabalho, coragem, sagacidade e sacação política.

    Nas paredes da memória batem as palavras de Drummond (”Mas viveremos”) que te dedico, grande mestre:

    “Já não há mãos dadas no mundo.
    Elas agora viajarão sozinhas.
    Sem o fogo dos velhos contatos,
    que ardia por dentro e dava coragem (…)

    Já não olharei sobre o oceano
    para decifrar no céu noturno
    uma estrela vermelha, pura e trágica,
    e seus raios de glória e esperança.
    Já não distinguirei, na voz do vento
    (Trabalhadores, uni-vos…) a mensagem
    que ensinava a esperar, a combater,
    a calar, desprezar e ter amor.
    Há mais de vinte anos caminhávamos
    sem nos vermos, de longe, disfarçados,
    mas a um grito, no escuro, respondia
    outro grito, outro homem, outra certeza”

    Muita paz e luz à Marise, filhos e família!

    Samuca

    13/7/2009

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