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7 Comentários Recebidos

Nelson Vinencci
17/11/2008 @8:25 am  

O mastro e o piano (Nelson Vinencci)

Alegria! O maestro, o piano, a coxia
Afinados acordes, ensaios de maestria
O maestro partiu, o piano está só,
Um poema de amor, partitura em dó

Nalgum canto, silêncio, vazio, dorme o piano
Ausência dos versos de Santarém, ninguém
Um acorde, um solfejo, uma nota solta no ar
O maestro partiu, está noutro lugar

Calmaria musical, piano fechado
Entreato, o fim do ultimo ato,
Peças do raríssimo ser, o piano
O maestro, a canção do bem querer

Quieto empoeirado, sem canção, sem as mãos
Sem os versos iluminados da virgem da Conceição
O piano e o maestro no meu simples curto verso
Clama por ressurreição

Anônimo
17/11/2008 @11:05 am  

Hoje é aniversário de nascimento, também, do saudoso Dom Thiago!

O NOSSO MAESTRO nao morreu.Ele valsa na nossa memoria e renasce em cada nota.

Anônimo
17/11/2008 @1:32 pm  

Vou aqui lembrar o saudoso Ruy Barata, quando alguém dizia pra ele que um o outro amigo não havia morrido e que estava entre nós, Ruy respondia: - Morreu sim eu fui no enterro dele. Morreu e parem de frescura, a obra dele jamais morrerá, mas ele morreu e ponto final.

Wilson Fonseca (maestro Isoca), meu saudoso pai, completaria hoje, se vivo fosse, 96 anos. Wilson Fonseca (maestro Isoca), meu saudoso pai, completaria hoje, se vivo fosse, 96 anos.
Estou em Santarém (PA), para ministrar aulas de Direito Processual do Trabalho no curso de pós-graduação lato sensu, nas Faculdades Integradas do Tapajós (FIT), no período de 17 a 22.11.2008.
Feliz coincidência. Tive o privilégio de assistir ao 10º Fest’Arte, promovido pela Escola de Música “Maestro Wilson Fonseca”, com a participação de alunos, professores, da extraordinária Orquestra Jovem e Coral “Maestro Wilson Fonseca”, sob a direção do Maestro José Agostinho da Fonseca (Tinho), meu irmão, na terra querida.
Muitas homenagens ao patrono da Escola, da Orquestra e do Coral.
No próximo domingo (23), ainda terei a graça de assistir ao Círio de N. S. da Conceição, para cuja festividade meu pai compôs um belo hino, com letra do poeta Emir Bemerguy.
Aliás, na revista do tradicional Programa da Festa de N. S. da Conceição, deste ano, consta um artigo que escrevi sobre o “Centenário de Rachel Peluso”, compositora santarena, minha professora de piano, no Conservatório Musical “José Maurício”, em São Paulo.

Enfim, a homenagem ao eterno mestre…

TERRA QUERIDA
Letra e música de Wilson Fonseca (1961)

Minha terra tão querida,
Meu encanto, minha vida,
Santarém do meu amor,
Deus te deu tanto riqueza,
Enfeitando a natureza
Que inspira o teu cantor.
Que saudade a gente sente
Quando está da terra ausente!…
Dá vontade de chorar…
Vê-se o rio cristalino,
“Rocha Negra” e “Diamantino”
Desfilando no pensar!…

Quando à noite a lua cheia
Vem brilhar na branca areia
Da formosa “Salvação”,
O cantor faz serenata,
Entre o rio e a verde mata,
Ponteando o violão!…
E se a noite está serena
Vai cantando até a “Lorena”,
Que saudade isto me traz!…
Recordando os teus encantos
Dos meus olhos correm prantos.
Recordar é sofrer mais.

Vi em sonhos encantados
Teus eternos namorados:
Amazonas, Tapajós.
Paralelos no caminho
Disputando o teu carinho
Numa luta tão feroz.
“Ponta Negra” entre os dois rios
Tem suaves amavios
Que eu recordo a soluçar…
Santarém fica defronte,
E as catraias formam ponte
Que ao “Trapiche” vai chegar!…

Abraços,

Vicente Malheiros da Fonseca.

Anonimo
17/11/2008 @5:50 pm  

Ao atento (e nao raivoso e invejoso leitor), e exatamente o que o anterior comentarista a voce, diz.

fabricio portillo
23/12/2008 @3:10 pm  

essa musica e muito linda

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