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9 Comentários Recebidos

Jordan
20/9/2008 @3:23 pm  

O procedimento a que se referiu é mais um Inquérito Policial para apurar o crime de desobediência por não ter comparecido ao Juízo!

Anônimo
20/9/2008 @6:38 pm  

Não existe essa figura jurídica da testemunha voluntária. Parece que o nobe colega está a se referir à hipótese de apresentação independentemente de intimação, o que, por óbvio, não é o caso, pois o Secretário deixou de atender à intimação e por isso foi conduzido.

Paulo Afonso
20/9/2008 @8:03 pm  

Cara amigo JESO, TIBERIO E NELSON VIDENTE. O caso do nosso todo poderoso “sadanzinho” Everaldinho, e como dizia minha vó, “o costume do cachimbo e que entorta a boca”. O nosso querido secretário achou que podia fazer com o juiz, como faz com a irmão dele a ex-prefeita de Santarém Maria do Carmo,(não sei se voces sabem que ela 25JÁ perdeu a eleição). Dia 5 de outubro vem aí ESSSSSSSSSSSSPPPPPPPPPPPEEEEEEEEEEEEEERRRRRRRRRRRAAAAAAAAAAA PA TU VÊ EEEESSSSSSSSPPPEEEERRRRRRRRAAAAAAAAA.

hum!
20/9/2008 @11:53 pm  

Testemunha voluntária,
não sabia que havia voluntarismo ou boa ação para sentar a frente de um juiz ou ir até a delegacia
( -ola fulano onde se tá indo?
-estou indo fazer minha boa ação esta semana.
- qual é ?
-ser interrogado por um juiz, afinal sou voluntário )

oh meu Deus! ihihi

Anônimo
21/9/2008 @6:17 am  

Haja artificios jurídicos !
Por essa e por outras é que a lendária frase “lei é potoca” ainda está viva como nunca. A conveniência se destaca aos ditames da lei e advogados inteligentes e ardilosos tiram proveito das brechas deixadas abertas pelos legisladores.
Valha-nos quem ?

Anônimo por dentro
21/9/2008 @9:58 am  

Ei, foi vuluntário sim, atendendo um pedido de um conhecido procurador da republica de Belém. Ele aceitou voluntariamente ser testemunha.

Anônimo
21/9/2008 @10:38 am  

Everaldo um dia vai ser reconhecido como um ser positivo de nossa história, tal qual seu pai…

E. Erickson
21/9/2008 @1:11 pm  

Claro que Everaldo tem uma ação positiva na gestão da Prefeitura, o que se questionam sempre é sua postura pessoal, o modo de tratar as pessoas, e disso se aproveitam, indistintamente, conhecidos e adversários para detratá-lo. Se fossem criticas pontuais, daria pra discernir entre a indiossincrasia dele e sua seriedade no trato com os interesses da prefeitura. Mas, via de regra, não é o que se dá num meio em que o jogo de interesse é sempre marcado pelo conflito das partes. Com isso perde o próprio Everaldo, porque todos esquecem que essa mesma postura voluntariosa, autoritária até, é também utilizada na defesa dos interesses municipais. Isto é, no interesse no próprio munícipe, quando essa vontade é utilizada na busca de recursos junto a esfera estadual e municipal.
A pergunta que fica, que é um mistério até para aqueles que privam de sua amizade, é por que mesmo que ele, a té hoje, não se deu conta do poder autodestrutivo desse comportament. Sim, porque é um comportamento que vai na contra-mão da sociabilidade e do trato soical, qualidades muito caras a quem pretende uma carreira política. Mas parece não ser essa a pretensão do referido cidadão. Não podemos esquecer que ele é, pra todos os efeitos, um secretário municipal. E não sabemos se vai continuar sendo, depois dessa lei impedindo o nepotismo nas diferentes esferas do poder público.
Está claro que, até pra isso, a sociedade dispõe de mecanismos legais para melhor funcionar. E o senhor Everaldo, se pretende continuar a ser útil à sociedade, e assim desfrutar do poder que esse tipo de ação confere a quem a abraça, vai ter que mudar seu estilo, sob o risco de botar por terra sua conhecida história, iniciada no seio da família, estendida depois à militância político-estrundantil em Belém, que prosseguiu nas lutas sindicais, em São Paulo e Brasília, até alcançar o cargo de vice-prefeito de Santarém na gestão Rui Corrêa, e o posterior exercício da vida pública no função de secretário de sáude do município de Belém.
Assim sendo, não lhe falta experiência política nem vivência social para saber o que melhor lhe convém. Cabe a nós, no exercício de nossa cidadania, também, saber com quem melhor contar para nos representar, qualquer que seja a função que ocupe na vida pública. E defenestrar dela aqules que não fo de interesse comum. Independente disso, uma boa interação, além da civilidade que demonstra, fala muito mais de nós do que podemos imaginar. ‘Seu’ Everaldo parece não ser dar conta disso. Não quer se dar conta disso, porque é um insensível, ou não pode não pode se dar conta disso, porque precisa de ajuda para saber do movimento interbno de suas emoções, eis a questão que se coloca!?!

Ximango da Gema
21/9/2008 @2:20 pm  

Tanta polemica por causa de uma testemunha, que em direito é conhecida como a prostituta de todas as provas, ou seja, praticamente desnecessária…

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