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3 Comentários Recebidos

Celson Luiz
4/10/2008 @6:40 pm  

Cadeia nele!
Nosso modelo eleitoral mundialmente reconhecido como seguro não pode abrir márgem para esses bandidos de plantão, que jamais desistem de suas traquinagens, sempre tentando, como diria Renato Russo, vender fácil o que não tem preço.
Cabe aí as seguintes perguntas: É possivel que isso esteja ocorrendo em outras cidades do nosso estado ou mesmo de outros estados? Seria aí aplicada a lei da oferta e da procura? Quais candidatos teriam sido procurados pelo técnico da Probank? …entre outras!
Parabéns à juíza pelo atitude firme, agindo com a rigidez que o caso demanda, tranquilizando a todos nós quanto a lisura das eleições em nosso estado.

Alan Lemos
5/10/2008 @1:55 am  

Eras, por quê Alenquer (uma cidade que não tem um eleitorado muito acima do “normal” para um estado como o Pará) sempre tem uma disputa bastante pulverizada para prefeito?

Quem for eleito daí, é guerreiro. Aliás, para ganhar no interior, só sendo guerreiro mesmo: devido ao alto percentual requerido, à possível rejeição que precisa ser baixa e a proximidade do povo com os eleitores. Aqui pela capital, o marketing tem um peso bem grande - e os candidatos são mais símbolos remotos.

Ximango da Gema
5/10/2008 @5:01 pm  

Pois é… mas, nao informaram ao blog, que o técnico da probank ofereceu os servicos ao sr. Joao Piloto, e este só nao fechou o acordo pq nao tinha os 2 milhoes. Assim, antes que o rapaz oferecesse os servicos aos outros candidatos, a advogada da coligacao do sr. Joao Piloto, procurou a juíza eleitoral e revelou o esquema. A sorte dos alenquerenses é que a turma do Joao Piloto nao possuia os 2 milhoes. Essa é a verdade!!!

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