A Alepa (Assembléia Legislativa do Pará) aprovou hoje, 18, o projeto-de-lei do Executivo que determina a realizaçao de operação de crédito junto ao BID (Banco Interamericano de Desenvolvimento) para implantação do Programa de Desenvolvimento do Turismo (Prodetur) no Pará.
O líder do PT na Alepa, deputado Carlos Martins, relator do projeto na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), comemorou em plenário a aprovação da matéria em segundo turno e redação final.
O Prodetur prevê aplicação de recursos na ordem de US$ 44 milhões, sendo 26,4 milhões oriundos do BID e os US$ 17,6 milhões restantes de recursos próprios do Estado. Só para a região oeste do Pará foram reservados US$ 15,4 milhões para programas de desenvolvimento do turismo. O valor equivale a 15% dos recursos obtidos com o BID e oriundos do governo do Estado correspondentes às regiões do pólo Tapajós: Santarém e Belterra.
No Pará, o Prodetur vai abranger os três pólos turísticos inclusos nos roteiros internacionais, definidos pelo Programa de Regionalização Turística do ministério do Turismo (PRT-MTur).
Carlos Martins acredita que o projeto dará um grande impulso na construção de pólos turísticos na região Oeste do Pará, proporcionando desenvolvimento social e econômico para todos os municípios da região e para o Estado.
O projeto prevê ações destinadas à qualificação de empresários, profissionais e comunidades para recepcionar o turista, proporcionando crescimento no mercado de trabalho e qualificação da população local.
Outro benefício do Prodetur na região será a promoção e comercialização de produtos turísticos, valorizando a cultura local. Serão implantados também, sistemas de gestão, priorizando o desenvolvimento sustentável dos recursos da região.
O projeto seguirá agora para ser sancionado pela governadora Ana Júlia Carepa.













1 Comentário Recebidos
19/11/2008 @8:53 am
O PDITS (Plano de Desenvolvimento Integrado para o Turismo Sustentavel) chegou em uma boa hora e trazendo recursos, já que muitos planos são construidos, mas não há os recursos, mas temos que ver que é só uma pontinha do que precismos, mesmo porque são U$15,4 milhões para dois municipios que precisam de muitas obras de infra-estrutura, as quais tem um custo altissimo, mesmo porque 60% desse valor tem que ir pra infra. Mas é bem melhor que nada não é?
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