Um importante acervo para pesquisadores e interessados na história do país nos meados do século 20 acaba de ser criado. O Arquivo Público do Estado de São Paulo disponibilizou ao público 4 mil fotografias do jornal Última Hora.
São imagens que não chegaram a ser publicadas no jornal, tendo ficado arquivadas por vários anos e que agora podem ser vistas no setor de consulta da instituição do governo paulista.
O Última Hora, que circulou de 1951 a 1971 sob a direção do jornalista Samuel Weiner, morto em 1980, representou um marco na inovação estética e temática para o jornalismo brasileiro.
O Arquivo Público do Estado já havia digitalizado todos os exemplares do jornal sob sua guarda, disponíveis para o público aqui.
Fonte: Fapesp













3 Comentários Recebidos
24/10/2008 @8:53 pm
Jeso,
A partir de tua sugestão de acesso ao acervo, eu recomendo a leitura do livro Minha Razão de Viver (parte auto biografia) do jornalista Samuel Weiner. Não deixa de ser um bom referencial de reflexão para quem trabalha nos meios de comunicação.
Um mergulho nos meandros do poder da época (e muita coisa que ele proporciona) por quem vivenciou sua profissão de jornalista ou empresário da área, de forma intensa. Fazendo isso ou alternando sua ação profissional ou usufruindo do que lhe era proporcionado, para atender suas concepções sociais, morais e éticas ou de forma contraditória para não incomodar os poderosos de plantão.
25/10/2008 @9:17 am
Boa recomendação, Adelson. O livro de Samuel é muito bom. É do tipo “leitura obrigatória” não só para jornalistas e estudantes de Comunicação Social. Deve ser lido também com a mesma avidez a biografia de Assis Chateaubriand, escrita por Fernando Morais.
25/10/2008 @9:21 am
Jeso,
Complementando a tua recomendação, sugiro a leitura do livro Minha Razão de Viver (parte auto biografia) de Samuel Weiner. É um relato de sua intensa vivência no jornalismo ou como fundador e dono do Jornal Zero Hora que o levou aos meandros do poder. Relata ainda seu conflito com o todo poderoso dos meios de comunicação da época Assis Chateubriand.
Adelson Sousa
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